Liberta colorida borboleta
Revoa sobre o corpo em cárcere
extravasa as dores e compensa
Os cinzas da amálgama alma solitários
Multidão de azul, violeta, lilás, carmim, magenta
A grade vertical que encerra a cela
sela de cimento não alenta
Bordôletas bordadas na pele
asas levam o pensamento
Prisioneiro livre de bordoadas
pode voar desatento

Texto: Thiago Reginaldo
Fotografia: Surreal de Robert e Shana Parkeharrison
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